quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Especialista em finanças dá 4 dicas de dinheiro para sobreviver e lucrar durante a crise



SÃO PAULO – O cenário atual não é dos mais promissores na economia brasileira. O desemprego sobe, enquanto a recessão e a inflação seguem firmes. Assim, como as pessoas podem cuidar de seu dinheiro para se proteger em um cenário tão turbulento? O blogueiro e educador financeiro Rafael Seabra dá quatro dicas para as pessoas sobreviverem nesse cenário.
1 – Defina objetivos “Quando não sabemos para onde ir, qualquer caminho serve. Por isso que muitas vezes gastamos nosso dinheiro em qualquer coisa, pois não temos um destino planejado para ele”, afirma o educador. Assim, tenha objetivos claros para seu dinheiro, para assim conseguir se organizar melhor.
2 – Elabore um orçamento e siga-o Nesse momento, é importante registrar todos os gastos, para assim saber o que é de fato fundamental e o que pode ser cortado para investir mais. A dica do especialista, nesse caso, é que as pessoas façam uma tabela equilibrada, sem forçar demais o corte de gastos de maneira que o orçamento fique impossível de ser cumprido.
3 – Acompanhe suas dívidas “A sugestão é adaptar o orçamento de maneira a contemplar o pagamento das dívidas. Para isso, recomento que faça um levantamento do que deve e procure os credores para negociá-las. E claro, depois de quitar tudo, mantenha um controle rigoroso sobre os gastos para não voltar ao endividamento”, aponta Rafael.
4 – Tenha um fundo de emergência O fundo de emergência serve para momentos em que imprevistos acontecem ou que o fluxo de receita cai bruscamente. “O ideal é que o fundo cubra, no mínimo, três meses de despesas mensais. Vale ressaltar que gastos com IPVA, IPTU, matrícula escolar não são gastos imprevistos e devem fazer parte do orçamento regular”, relata o educador. Esse fundo deve ficar em uma aplicação de liquidez imediata e fácil acesso.
InfoMoney

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Provavelmente você investe errado na previdência, diz especialista

SÃO PAULO – Quando se pensa em investimento para a aposentadoria, logo se pensa na previdência privada. Afinal, aprendemos desde cedo que, investindo um pouco a cada mês, é possível conseguir uma aposentadoria melhor com essa modalidade de investimento. No entanto, por mais que possa ser uma boa aplicação, a maneira como as pessoas costumam utilizar esse instrumento é totalmente equivocada, acredita Annalisa dal Zotto, planejadora financeira e sócia da Par Mais Empoderamento Financeiro.
“As pessoas contratam planos de previdência sem entender a tributação deles, suas taxas e como se aproveitar dos benefícios fiscais que eles podem proporcionar. A previdência não é ruim, as pessoas que investem completamente errado nela”, crava a executiva.
A primeira coisa que o investidor precisa entender nesses planos é a diferença entre um VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) e um PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre). O primeiro conta com tributação de imposto de renda somente sobre seus rendimentos, enquanto o segundo conta com tributação sobre o montante total. Contudo, a vantagem do PGBL está no fato que o investidor que optar pelo modelo completo de declaração de imposto pode deduzir até 12% do total de sua renda tributável ao aplicar nesse plano.
O investidor também deve ficar atento ao regime de tributação escolhido, aponta Annalisa. Existem duas tabelas que podem ser escolhidas: a progressiva e a regressiva. Na primeira, o valor da mordida do leão aumenta conforme sobe o valor que será sacado, até um teto de 27,5%. Já na segunda, o investidor de longo prazo é beneficiado, pois a medida utilizada é o tempo e investimentos com prazo superior a 10 anos são taxados em apenas 10%.
“Assim, se você optar por um PGBL na tabela regressiva, pode deixar de pagar imposto de renda agora sobre uma parte de sua renda para depois pagar uma alíquota de apenas 10%. É uma estratégia tributária que faz total sentido”, explica a planejadora financeira.
Annalisa ainda destaca que o investidor deve sempre ficar atento às taxas de seu plano de previdência. “Não existe justificativa para aceitar a taxa de carregamento, nem taxas de administração muito altas. O investidor deve sempre buscar seguradoras independentes, uma vez que não encontrará bons planos de previdência em bancos de varejo”, finaliza.
InfoMoney



domingo, 18 de setembro de 2016

Metrô na França gera energia com passos dos passageiros



O piso do metrô de Sait-Omer, no norte da França, gera cerca de 7 watts de eletricidade sempre que passageiros passam por um dos 14 “tablados” retangulares de energia.   
O mais impressionante é que essa geração de energia já é utilizada, na prática, dentro do próprio metrô. 
A energia fica armazenada em pequenas baterias e tem um tempo de vida de 72 horas. A eletricidade está sendo usada para alimentar as lâmpadas de LED da estação. 
O metrô também instalou duas entradas USB gratuitas para os passageiros recarregarem seus eletrônicos com a energia produzida por eles mesmo.
Planos e testes no Brasil 
A meta é que o metrô francês possa se tornar autossuficiente em energia limpa a partir dessa invenção. Não há, porém, data para que isso ocorra. 
A tecnologia do piso, inclusive, começa a ser testada no Rio de Janeiro.
O campo de futebol do Morro da Mineira produz energia a partir dos passos dos jogadores. Lá, a eletricidade gerada é usada para acender os refletores da quadra durante a noite.